terça-feira, 17 de novembro de 2015

MUITOS NADAS

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Venho andado tão ocupada com as coisas da vida, monografia, planos pro futuro, monografia, novo projeto com os amigos, já falei monografia? Então tá! Eu vim percebendo que sobra tempo para coisas banais e falta tempo pra mim e pra o que eu realmente gosto de fazer. São tantas horas desperdiçadas em frente à redes sociais ou à televisão que acho que isso me limita.


Recentemente meu celular quebrou e eu já estou há quase um mês sem ele e sem whatsapp. Parece loucura, né? Mas até que eu estou gostando. Valorizo essa chance de me desprender de coisas banais. Agora quando saio com os amigos ou com a família não preciso me esconder atrás de uma tela ou ficar checando mensagens de um em um minuto. Eu presto atenção naquela pessoa que tá ali comigo. Vi dia desses um colega que resolveu largar o Facebook por um tempo, pois o site não estava sendo um instrumento construtivo pra ele, só o estava deixando de lado as coisas importantes da vida. Se você está no mesmo barco: faz o teste! Experimenta colocar suas prioridades no topo da lista.



Só me falta inserir outro hábito na minha vida que até ano passado eu tinha, mas acabei abandonando. O hábito de escrever cartas. É tão legal compartilhar as experiências, as novidades e todo o resto em um papel e enviar pros amigos e colegas! Colocarei isso no topo da lista logo após entregar por definitivo a monografia (é, não paro de falar dessa bendita!). Acho que tenho cerca de dez cartinhas pra responder e enviar nos correios, então mãos à obra.

Nesse meio tempo que estou no desapego... consegui evoluir bastante no meu trabalho de conclusão de curso, pesquisei pós graduações e mestrados, coloquei metas para o futuro e, o mais legal: desenvolvi um projeto que estou suuuuuper animada e é um plano de comunicação. Não posso entrar em muitos detalhes ainda, mas vai ser muito legal e colocar ele em prática vai ser melhor ainda.

Ás vezes deu vontade de fazer isso aqui enquanto escrevia (mas faz parte):


Ah, e eu também venho fazendo altas pesquisas (além de pensar muito) sobre a área do jornalismo que eu pretendo seguir logo agora que estou quaaaase me formando. Já tá tudo decidido, mas não pretendo entrar em detalhes agora, deixa eu me formar primeiro que conto.

Sobre frases boas... posso compartilhar aqui algumas que vão me representar. <3




quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A boa surpresa de ler "Insígnia"

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Depois de um bom tempo sem postar aqui por alguns motivos, decidi reativar o blog e trazer mais! Além de textos sobre séries, quero também falar de livros que me interessam, que li e recomendo. E para começar: o primeiro livro que quero abordar é o Insígnia: A Arma Secreta da S J Kincaid. De tanto assistir booktubers (pessoas que tem canal no youtube só para falar de livros) que tanto gosto, Insígnia se destacou na minha lista de desejos e acabei comprando. E foi uma surpresa (positiva) e tanto! Vamos à sinopse:

Insígnia relata a história do Tom Raines, de apenas 14 anos, que tem uma habilidade com games. Sem um lar fixo, ele sempre viveu com seu pai de cassino em cassino, tentando sobreviver com dinheiros de apostas. Mas, da noite para o dia, Tom ganhou a oportunidade de participar do Exército e usar seu talento como jogador para ajudar seu país a vencer a Terceira Guerra Mundial (Isso mesmo! Você não leu errado! Terceira Guerra Mundial). É aí que o garoto tem a chance de se tornar alguém importante e com habilidades tecnológicas que ninguém imagina.

Olha só como é a capa!

As letras nas laterais e na capa são borradinhas assim mesmo, juro!    

Confesso que fiquei um pouco dividida com a sinopse. A parte tecnológica e o cenário de Terceira Guerra Mundial me instigaram, mas por o protagonista ser um adolescente de 14 anos fiquei balançada achando que não gostaria. Mas que engano! De páginas amareladas e com uma diagramação bonita, Insígnia me acrescentou uma leitura muito boa! Algo que eu não tinha há um certo tempo. O protagonista não me decepcionou e a linguagem não era bobinha como pensei que seria, mas também não era séria. Teve aquele balanço importante! O que me incomodou um pouco no Tom foi o seu orgulho, mas nada que me fizesse parar de ler, até porque ele é um adolescente. O bom é que a autora sobre trabalhar bem esse lado orgulhoso, fazendo Tom passar por situações que teria que deixar de lado o orgulho.

Por o livro ser grande (com exatamente 498 páginas) levei cinco dias pra ler (pois queria ler com calma e atenção, sem pressa. Pra me deleitar mesmo). E quando a leitura começava a ficar cansativa ou chata: Kincaid soube dosar e colocou toques de humor, aventura e um pouco de paixão adolescente. A narrativa fluiu muito bem e os personagens me conquistaram por completo. Personagens estes que tiveram um desenvolvimento interessante e não ficaram apenas como plano de fundo da história. 


Vale citar que algumas ações que ocorrem são explicadas mais tarde no livro, por isso a leitura se completa direitinho! Algo que parece pequeno agora... vai fazer sentido lá na frente, acredite! Além disso, Insígnia tem seus mistérios e aqueles altos e baixos que de uma página pra outra algo muda totalmente.

Kincaid também conseguiu nos entregar um cenário interessante para a história, nos dando informações de como está sendo a Terceira Guerra Mundial de forma bem coesa e sensata (cheguei até imaginar que o contexto que ela nos dá poderia acontecer de verdade). 

A leitura não foi rápida demais, nem lenta. Ela apenas teve o contexto e detalhes merecidos para construção da história de forma que no fim o leitor tivesse a certeza de que leu algo completo e também ter vontade de ler sua sequência. Ah, e por falar nisso, Insígnia é uma trilogia composta por: Insígnia: A Arma Secreta, Insígnia: O Vórtex Negro e, por último, Insígnia: Catalisador.



Enfim, espero que tenham gostado e até a próxima! <3